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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Planeta terra chamando...

     Boa noite
    Sei que talvez quando algum de vocês for ler essa postagem não seja noite, mas isso não depende de mim, peço desculpas. Sim, é verdade que tenho estado bastante ausente neste blog nos últimos tempos, por isso através desses parágrafos estou tentando restabelecer contato - não só com vocês, mas com o meu próprio eu, a X.

    Porém tenho que admitir que a culpa não é só minha, ou melhor, tenho fortes álibis. Tenho andado ocupada com a faculdade ultimamento e isso me deixa um pouco alarmada, pois os próximos semestres prometem ser bem piores. E não fosse apenas isso ainda tem aquela famosa história da procrastinação. O que vem acontecendo é uma legítima procrastinação literária...

    Queria eu ter a resposta para esse dilema que todos nós enfrentamos, por que só fazemos as coisas quando somos cobrados ou o prazo é para o dia seguinte? Ao menos é assim comigo, com a Stone e com a X. Como eu queria ser diferente, mas acabamos sempre sofrendo juntas. Porém, não temam companheiros, já constatei que o problema está no comodismo, na falta de "garra" para ir atrás dos objetivos e persistir. Infelizmente a nossa garra só se manifesta quando o compromisso é para o dia seguinte. A questão é conseguir trazer essa garra estreita para antes onde há tempo e atenção. Nos desejem sorte.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Nem um café.

 Engraçado como com o tempo vamos ficando cada vez mais dependentes da tecnologia. Eu, por exemplo, tenho escrito cada vez menos.
- Porquê?
 Porque me acostumei a escrever no meu computador e por causa disso minha inspiração não acompanha a possibilidade de escrever.
 Foi bom mesmo perceber isso. Essa dependência me deixa agoniada! O que somos nós humanos sem a eletricidade hoje em dia? Nem um café. Até as cafeteiras de fogão entraram em desuso (com algumas exceções).
 Coisas antigas me encantam. Uma máquina de escrever funciona sem luz. Uma torradeira de chapa funciona sem luz - e com um pouco mais de conhecimento podemos trocar o fogão por uma fogueira!
Aonde quero chegar com tudo isso? Lugar algum. Simplesmente tenho que usar mais o bom e velho papel e caneta.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Invasão V

Bom dia seres humanos. Ou será que devo dizer boa noite? Bom, não importa. Faz tempo que eu não venho falar pessoalmente com vocês! Da ultima vez que eu apareci nem seguidores tinha nesse blog... Mas eis que aqui estou. E sem algo específico para falar...

Eu bem que poderia ficar falando coisas sobre o casamento da família real ou sobre o preço da gasolina ou sobre a padaria lá da esquina, que nem se quer existe, mas não vou falar sobre nada disso. Me ocorreu de falar sobre... hmm... A cultura popular! Se é que se pode chamar assim.

Se você mora em uma cidade como a minha vai entender do que estou falando. Às vezes parece que o povo gosta da ignorância, só digo isso. Porque só o que a massa gosta é modinha. Ou nem isso. Como me irrita saber que só Luan Santana, Gaiola das Poposudas, Enso e Rodrigues ou, vá lá, Restart tem sua vez. Isso até pode ser considerado música, mas não pode ser considerado prioridade!

Quero dizer que existe uma grade muito ampla de bandas, tanto regionais quanto nacionais, que tem muito a oferecer musicalmente e acabam firmando os pés mesmo é numa garagem de casa porque ninguém se interessa por elas. A indústria nacional só pensa no lucro e o lucro é o povo que faz, ou seja a culpa do cenário musical nacional estar tão bitolado em um estilo só (ou em um gosto só) é do mal gosto das pessoas! Credo!

Depois dessa minha conclusão, desabafo também pode ser, espero que vocês não fujam desse blog, porque a Madame não é tão ruim como eu... Isso que hoje eu to de bom humor... Enfim. Antes de me despedir de quem estiver lendo esse post quero ter a honra de informar que. O Contos do Espelho das Graças em breve terá a sua próxima parte publicada! Só falta bater "aquela" inspiração sabe?

Bom dia pra você. Ou noite se preferir, fui.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Geleiras de verão


Já pensou em morar em outro país? Sei lá, talvez pra ver se muda alguma coisa. Pra ver se é só por aqui que existe tamanha frieza nas ruas, tantas injustiças.
Imagino que mudar de continente não resolva. E se eu mudar de dimensão... Será que resolve?
Se for quero ir logo para uma dimensão cinco estrelas. Onde os sentimentos são valorizados e a vida vem antes da ganância – do materialismo. Fico imaginando se tal lugar existe... Segundo a teoria da relatividade (ou seria física quântica?) existe uma dimensão para cada probabilidade. Ou seja, o que pode acontecer acontece. Sim. Em alguma dimensão acontece.
Então que aconteça o que tem que acontecer. Estou cansada de tentar mudar o que não pode ser mudado. Deixo o dia acontecer e faço o que posso. Não posso mudar meu país, mas posso mudar minha sintonia. E isso eu já fiz. Agora o que me resta é saber em que dimensão fui parar.  

domingo, 21 de novembro de 2010

Comunicado lembrado


Ó vida.

Aqui estou eu tentando me lembrar inutilmente do que eu, essa criatura de pedra, tinha a comunicar para vocês, seres anônimos e invisíveis cuja a existência eu costumo questionar nas horas vagas.

Mudanças ocorrem em mim. Vejo isso apenas passando os olhos pela frase acima, pois comprovo que a minha habilidade de escrever e não falar nada está aumentando consideravelmente. Coisa que eu costumava achar impossível. 

- Escrever sem falar nada? Isso não é possível.

Mas eis que aqui estou. E falando de nada. Porém, este é um impasse que acaba de chegar ao seu fim derradeiro, pois eu me lembrei do comunicado que iria lhes fazer esta noite.

Vim aqui para falar de uma ideia que me ocorreu a um tempo atrás: escrever contos. 

Escrever contos é uma coisa que não costumo fazer, apenas criar dentro da minha mente para passar o tempo. Mas como eu já disse, mudanças ocorrem em mim. O primeiro conto que irei publicar aqui é um que conta a história de Liliam, a filha dos ventos. Ainda não terminei de escrever. Criei essa história ouvindo uma música de orquestra, uma coisa meio estranha. Bom, não falarei mais. Tentarei terminar esse conto.

Até breve.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Lunática

Ai que coisa.

A adrenalina toma conta de mim e começo a esquecer todos os meus deveres (tão profundos em mim quanto a grama no chão). E com tanta informação minha mente se dispersa.

Será esse o problema das pessoas contemporâneas? Viver com muita informação na cabeça?

Até que faz sentido. Assim como os lixões poluem e degradam a vida sólida, a poluição na mente também não deve fazer bem.

Imagine só: ministério da saúde adverte, poluição mental prejudica o funcionamento físico e provoca problemas de competência no trabalho.

Talvez eu esteja deixando a adrenalina subir, mas com o jeito que as coisas tem se manifestado, não teremos tempo para pensar. Isso mesmo, acabo de achar o efeito mortífero que um lixão mental pode nos causar: o terreno fica infértil, você deixa de pensar.

Então no final de toda essa balela minha conclusão é que o problema das pessoas é que elas não pensam, apenas agem, como máquinas que trabalham incessantemente até que suas ligas enferrujem e seu modelo fique obsoleto.

Produtivo?

Nem tanto. Considerando que em vez de estar aqui, digitando feito uma lunática que não quer pensar sozinha, eu deveria estar cumprindo os meus deveres como um ser responsável.

Definitivamente ser responsável não é agradável. Mas essa discussão é melhor deixar de lado. Só o que tenho a dizer é: Cuide do seu lixão mental.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Castanha de Caju


Falsa,
Esmagar as pessoas
Que dormindo estão
É loucura colorida
Perdida na escuridão.

Bem, se tentou entender o sentido do que escrevi acima peço o seu perdão. Porque eu não pensei no que escrevi.

Como isso seria possível? Você não pensa R?!

Não, é que eu simpatizo muito com o Dadaísmo. Calma, eu não estou falando grego. Provavelmente você já deve ter visto isso na escola, tem a ver com o Modernismo.

(eu acho)

Para falar a verdade, também não me lembro dos “detalhes” do Dadaísmo, mas lembro que a sua principal característica é seguir o acaso. Criar algo novo tirando uma coisa do seu contexto, misturando com outra ideia...

Sempre gostei do Dadaísmo, mesmo antes de conhecê-lo. Sempre segui o acaso, o que me vem em mente eu faço (claro, primeiro analiso se é viável, se é prudente e as conseqüências... Acho que a minha mente é meio burocrática). Às vezes não sei bem para onde ir e acabo caminhando só para ver se eu descubro aonde quero chegar.

É bom quando encontro um significado no que faço, nessas horas me sinto menos estranha.

Acho que me expressando sem saber bem o que quero dizer, me revela coisas do meu inconsciente. É útil para auto-análises.

É, se você quer saber mais sobre o Dadaísmo, eu não sou bem a pessoa certa para explicar... Busque no Google que aparece.

Naturalmente louca.
50kg de castanha
Para ver filmes
Não é um exemplo
De vida saudável,
Mas é feliz.    

sábado, 25 de setembro de 2010

A fatia que não acordou


Me sinto dento de uma história.

(isso é estranho)

Acho que nunca tinha me acontecido antes.

Será que você já se sentiu assim?

Ó criatura andante.

Não se engane, não estou querendo rimar (e acho que realmente não rimei), às vezes falo assim meio que por acidente. É meio estranho se dividir em três. Apesar de ser apenas uma, eu também me sinto confusa. Afinal qual é a minha fatia desse bolo todo?

Escrevendo aqui, eu me ajudo (e ajudo a X também) a me conhecer.

E o que eu estou conhecendo é uma pessoa conturbada – eu acho – uma pessoa que não sabe bem o que sente e também não sabe bem o que quer.

(como eu estou poética hoje)

Se sentir dentro de uma história não é ruim, é só meio confuso. Você se sente segura, mas ao mesmo tempo parece que nada é real. Você se sente em paz.

 Imagino que seja igual a estar sonhando, só que se está acordado.

(eu disse que é estranho)

Fico imaginando se essa história é um conto. Contos são curtos, mas são intensos (na maioria das vezes). Poderia ser um Romance, com uma história grande e cheia de personagens (não sei bem a definição de um Romance).

Poderia ser qualquer coisa – poema, crônica, notícia de jornal, história em quadrinhos – mas na verdade não sei se gostaria que a minha história fosse terminada sem que eu fosse a autora.

(é. Não sei)

Será que seria um drama?

Sim, seria.

domingo, 19 de setembro de 2010

Diário do isolamento I: 12:15 deste mesmo dia


Oi.

Escrevo a primeira linha deste diário do isolamento pensando sobre alguns paradoxos da vida.

Um deles, talvez o mais incômodo, é a escolha de uma profissão e, conseqüentemente, de uma faculdade.

É perceptível a contradição que certas famílias caem nessa fase de seus filhos ou parentes. Geralmente se ensina para uma criança (coisa que até se repete aos ouvidos dos adultos) que o dinheiro não é tudo e que para ser feliz é preciso exercer algo que lhe satisfaz – que te deixe feliz.  

Porém.

Quando enfim chega a hora da escolha (tão penosa) a triste alma, que por acaso, não se sentir perfeitamente segura na sua decisão: Acaba tendo que ouvir discursos (e às vezes verdadeiras campanhas de lavagem cerebral) que revelam acima de tudo a remuneração que cada área recebe.

Nessas horas as tão consagradas profissões são sempre lembradas, tenho certeza de que você deve conhecê-las: medicina, engenharias, direito e até a novidade mundial em boa remuneração do técnico em informática. Todas com boas remunerações e todas hiper-procuradas nas universidades.

Sinto muito ó sistema opressor, eu não irei me contrariar.

Quando ouvi aquela história de que dinheiro não é tudo eu acreditei nela; e agora que eu preciso escolher o que farei da minha vida, escolherei o que me faz bem.

O que seria isso exatamente eu não sei, mas tenho a nítida visão de que não quero nada ligado às áreas de produção empresariais e nem aos tédios da vida pública.

Se Deus quiser ainda sigo a arte!

(e que meu pai não tenha um infarto)     

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Agora virei uma vândala

Oi. Aqui estou eu novamente, pronta para falar e falar do que me vier à cabeça... Vou começar comentando os últimos acontecimentos referentes a esse blog.


Como você deve ter percebido agora eu não estou mais só, tenho a companhia da Stone. Eu sei que isso parece loucura, mas eu garanto que a X(mente maior, minha criadora.. Vou chamá-la assim de agora em diante) não é perturbada. Como já disse no meu perfil, ela é a moeda e nós somos as faces.

(mas isso não muda o fato de que a Stone é uma insensível)

Quanto as formas de divulgação adotadas... Gostaria de dizer que não me sinto bem por estar invadindo blogs e escrevendo em banheiros, mas não achei nenhuma outra forma de me fazer “ouvida”.

Esse é o preço do anonimato.

Agora que o recado foi dado e as desculpas pedidas, vou falar de como me sinto escrevendo neste blog. É realmente estranho “falar” e não ter certeza se alguém vai te “ouvir”, me sinto mais louca do que o normal. Mesmo assim, decidi não adicionar um contador de visitas, pois aqueles números não são precisos e não quero me prender a essa expectativa.

Portanto, suplico, que se você ler esse blog, comente e me diga o que achou. Só assim perceberei que não estou “falando” sozinha (até porque eu já faço isso sempre, não escreveria aqui se fosse essa a minha intenção).

Sempre lembrando que comentários destrutivos são dispensáveis...

Pronto, agora já vou indo, para não deixar esse post muito vazio pense nessa frase que ouvi esses tempos: “a sujeira é tudo aquilo que está fora do seu lugar”.

Tchau.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

A indesejada

Oi pessoas.

Não me chamem de Madame. Não sou nem de longe como a R. Ao contrário dela eu não sou equilibrada, sou agressiva e debochada (não tenho medo de dizer).

Como ela, também não sou inteira; sou o outro lado da moeda da tal mente misteriosa (uma covarde na minha opinião). Fui nomeada V.R Stone.

Exatamente, Stone é pedra em inglês (criativo não?), essa parte da minha nomeoclatura retrata a minha falta de sentimentalismo.

O R é uma indireta à mim dirigida; como se dicesse que, mesmo que eu não queira, também sou R. E, de uma forma estranha e incontestável, eu e a Madame somos a mesma pessoa.

Já o V tem um sentido mais profundo, do qual não estou a fim de falar agora.

Enfim apresentada, de agora em diante esse blog também é meu e terei a liberdade de me expressar.

Pena que agora não tenho nada pra falar...

Dane-se!


Até a próxima.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

A terceira sobremesa

Escrever faz bem. Desde que esse blog foi criado já comecei a escrever vários textos com o objetivo de publicá-los aqui.


Deixei todos pela metade.

Se esse post estiver nessa página de blog é porque foi o primeiro, de uma série de tentativas, que consegui terminar.

Legal né?

Atribuo isso a minha inconstância. Às vezes chego a ficar eufórica de tanto querer escrever, mas quando chega à metade de uma página, lá se vai a euforia e o interesse. Abandono tudo, começo outro.

Lembro uma criança faminta que serve um prato com uma quantidade colossal de comida, come um terço do que serviu, e pede a sobremesa.

É realmente uma coisa a ser analisada. Mas escrever me faz bem. É uma particularidade que a minha hospedeira (mente maior, ou que você achar melhor) tem que entender; se ela não concordar em despejar o que penso no papel, fica com muita coisa na cabeça.

Então dá problema.

É como se fosse uma espécie de higiene mental; se não quiser que sua mente fique suja, terá que varrê-la.

Pois é. Assim vai chegando ao fim, posso sentir, meu interesse está indo embora. Percebo que esse será mais um post que fala muito e não diz nada. Não se preocupe, esse é apenas o segundo publicado.

(um dia eu chego lá)

Para não dizer que isso é uma balela total, pense nisso: Ruim mesmo, é estar sempre prestes a desmaiar, e nunca perder a consciência.

Preciso tomar um chá...

domingo, 29 de agosto de 2010

O primeiro post


Olá. Não sou de me expor, mas como esse blog foi criado para mim, resolvi abrir uma exceção no meu padrão de comportamento.
 Meu nome é um mistério; na verdade, me pergunto se alguma pessoa no mundo realmente sabe o seu verdadeiro nome, e concluo que, provavelmente, não. Mesmo assim, por ordens de formalidades, podem me chamar de Madame R.
 Não sou uma pessoa  por completo, na verdade, sou a sombra de uma personalidade confusa. A pessoa que me criou resolveu me intitular de madame pensando que essa palavra traz um certo tom de idade avançada. Não pense que me ofendo com isso, reconheço que meu comportamento não combina com a minha real idade. E também não me preocupo, pois sei que esse drama tem uma solução quase que inevitável.
 Porém, a mente que me hospeda não me acordou para falar sobre isso, e sinceramente, o real motivo eu não compreendo, mas o que me vem a mente é falar sobre o que penso.
OK. Até aí morreu Neves.
A questão é que eu sou o lado mais introspectivo dessa tal pessoa (que me ordena não nomeá-la) e que agora me informa de que na realidade o que está escrito aqui é um “post de abertura”.
(essas modernidades!)
Então tudo aqui escrito teve a mera função de revelar quem sou eu. Que coisa, caí em mais um tabu: Quem sou eu? Oh! Conhece a ti mesmo... Como já disse: podem me chamar de Madame R, e que o resto seja apenas o resto.