Sim, eu estava enganada.
Posso ser muito cabeça dura, mas reconheço quando estou errada. Porém é tudo uma questão de ponto de vista e se agora eu concordo com o que eu ouvi é porque o meu pensamento é que mudou. Não a realidade.
Se você ai de fora não sabe do que eu estou falando (dane-se!) (brincadeira), bom, é a conseqüência de não me conhecer. Para não ser uma péssima autora de blog (blogueira ou sei lá o que) vou relatar a situação (ou tentar) sem denunciar quem sou.
Imagine levar a sua avó em um show de rock. Imaginou? Agora imagine pedir para uma banda de rock (rock mesmo sabe?) tocar em uma festa de aniversário onde se encontram muitos parentes de segunda, terceira e até quarta idade. Sim? Talvez, assim como eu pensei, você deva estar achando isso um absurdo – um autêntico programa de índio.
Mas pense bem.
Você não está cansado (a) desses conceitinhos que pregam o que uma “tribo” deve ou não deve fazer? Quem disse que velhinhas não podem freqüentar pubs de noite? (com nuvens de fumaça de cigarro, bêbados e mais algumas bizarrices)
O que me levou a pensar sobre isso foi um grande (e inimaginavelmente irritante) discurso que me chamava de “quadradona”.
Minha primeira reação foi achar tudo aquilo um absurdo. Já agora, fui tomada por um espírito revolucionário e acho que – sim! – velhinhas podem freqüentar pubs e que se uma banda de rock vai tocar ou não numa festinha é problema dela.
Vamos quebrar os tabus! Que venham as velhinhas.