Bom dia seres humanos. Ou será que devo dizer boa noite? Bom, não importa. Faz tempo que eu não venho falar pessoalmente com vocês! Da ultima vez que eu apareci nem seguidores tinha nesse blog... Mas eis que aqui estou. E sem algo específico para falar...
Eu bem que poderia ficar falando coisas sobre o casamento da família real ou sobre o preço da gasolina ou sobre a padaria lá da esquina, que nem se quer existe, mas não vou falar sobre nada disso. Me ocorreu de falar sobre... hmm... A cultura popular! Se é que se pode chamar assim.
Se você mora em uma cidade como a minha vai entender do que estou falando. Às vezes parece que o povo gosta da ignorância, só digo isso. Porque só o que a massa gosta é modinha. Ou nem isso. Como me irrita saber que só Luan Santana, Gaiola das Poposudas, Enso e Rodrigues ou, vá lá, Restart tem sua vez. Isso até pode ser considerado música, mas não pode ser considerado prioridade!
Quero dizer que existe uma grade muito ampla de bandas, tanto regionais quanto nacionais, que tem muito a oferecer musicalmente e acabam firmando os pés mesmo é numa garagem de casa porque ninguém se interessa por elas. A indústria nacional só pensa no lucro e o lucro é o povo que faz, ou seja a culpa do cenário musical nacional estar tão bitolado em um estilo só (ou em um gosto só) é do mal gosto das pessoas! Credo!
Depois dessa minha conclusão, desabafo também pode ser, espero que vocês não fujam desse blog, porque a Madame não é tão ruim como eu... Isso que hoje eu to de bom humor... Enfim. Antes de me despedir de quem estiver lendo esse post quero ter a honra de informar que. O Contos do Espelho das Graças em breve terá a sua próxima parte publicada! Só falta bater "aquela" inspiração sabe?
Bom dia pra você. Ou noite se preferir, fui.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
A Madame e a R
Entrou em meu quarto e nada tinha eu a dizer.
Seu nome me disse, R tal qual o meu;
Disse que não voltaria e que em um livro sobreviveria.
Quis dizer-lhe que eu não era ela e que nada tinha a temer,
Mas um espelho se postou em minha frente e minha fala não terminou.
Meus cabelos eram como os dela,
Meu rosto era como o dela
Meus olhos eram dela.
Desde então não mais a vi.
E continuo aguardando a sua volta
Para que o eu volte a ser meu
E o ela não seja mais tão distante para mim, como é dela.
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