Escrever faz bem. Desde que esse blog foi criado já comecei a escrever vários textos com o objetivo de publicá-los aqui.
Deixei todos pela metade.
Se esse post estiver nessa página de blog é porque foi o primeiro, de uma série de tentativas, que consegui terminar.
Legal né?
Atribuo isso a minha inconstância. Às vezes chego a ficar eufórica de tanto querer escrever, mas quando chega à metade de uma página, lá se vai a euforia e o interesse. Abandono tudo, começo outro.
Lembro uma criança faminta que serve um prato com uma quantidade colossal de comida, come um terço do que serviu, e pede a sobremesa.
É realmente uma coisa a ser analisada. Mas escrever me faz bem. É uma particularidade que a minha hospedeira (mente maior, ou que você achar melhor) tem que entender; se ela não concordar em despejar o que penso no papel, fica com muita coisa na cabeça.
Então dá problema.
É como se fosse uma espécie de higiene mental; se não quiser que sua mente fique suja, terá que varrê-la.
Pois é. Assim vai chegando ao fim, posso sentir, meu interesse está indo embora. Percebo que esse será mais um post que fala muito e não diz nada. Não se preocupe, esse é apenas o segundo publicado.
(um dia eu chego lá)
Para não dizer que isso é uma balela total, pense nisso: Ruim mesmo, é estar sempre prestes a desmaiar, e nunca perder a consciência.
Preciso tomar um chá...
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