terça-feira, 1 de novembro de 2011

Imagens no espelho

Boa tarde senhoras e senhores. Gostaria de dizer que a Victória R. está muito perto de terminar o próximo capitulo do Contos do Espelho das Graças. Tenho que comentar: demorou em V. Mas coitada da minha colega, nosso corpo tem andado em extrema atividade mesmo. A X até anda muito feliz agora, porque enfim está tendo uma folga na sua rotina... Enfim.

Chega de falar dos outros! Também ando meio afastada de vocês. Ultimamente tem sido mais fácil me expressar por poemas, mas de vez em quando é bom ter uma linguagem assim mais: aberta. Ser tão subjetiva às vezes me cansa. Nem sempre é bom sabe?

Às vezes, como tantas pessoas, me pergunto sobre o sentido da vida. Não sou como essas que passam toda a sua existência se questionando sobre como tudo surgiu ou porque, sou mais do tipo que prefere viver e tentar descobrir na prática. Porém. Ainda caiu em contradição. Dias e dias que sou feliz, que não penso, que não sou eu, e de repente: Tudo se perde. As coisas perdem o sentido, vejo-me voltando a estaca zero. Tentarei ser mais clara, mas não posso dar muitos detalhes.

Sabe quando tu olha pra ti e diz eu sei exatamente quem tu é, sei quem tu será, sei a quem tu é fiel e sei o que te faz feliz? Poder falar isso significa estar em paz. E eu não estou mais.
É como se tudo que eu construí até aqui entrasse em curto, perdesse a cor. Eu tento me reanimar, tento continuar, mas acabou: não é mais o que era antes. Será que ainda sou a mesma de antes? A mesma Madame R? Não consigo responder.

Vejo-me entre duas escolhas. É investir no presente ou pensar no futuro. É decidir entre o que me faz feliz e quem eu sou, e isso me leva novamente a uma pergunta.
- Quem eu sou?

Nenhum comentário:

Postar um comentário