"V? Há quanto tempo??" Pois é. Há quanto tempo, não é criançada. O que posso dizer? Eu não sou muito de escrever. Imagino que talvez há uma hora desses vocês já tenham percebido isso.
Tantas são as coisas com o poder de tirar a gente do sério! (pelo menos à mim) Eu poderia fazer listas e listas de coisas que me abalam, me irritam, mas não - eu só sinto. Certas coisas não são para serem expressadas, são para serem sentidas.
Eu disse que não ia listar, mas eu me contradigo. Dentre todas as coisas posso citar pelo menos duas situações que se agrupam no mesmo sistema conceitual (voltei com tudo, falando difícil também!): Injustiças.
Antes que você diga "que coisa mais óbvia Victória Stone!" eu digo cala a boca e escuta. Essa palavra injustiça tem uma gama de significados, ou pelo menos de situações, muito grande. Então não me venha falar que já imaginava isso de mim, porque talvez você ainda não saiba o que eu estou querendo realmente falar.
É justamente esse tipo de injustiça um dos que eu estou tentando condenar: A injustiça do mau entendido, da conclusão precipitada. Quando uma pessoa se atreve a te denominar uma coisa que você não é, no meu caso uma pessoa fria.
Tudo bem que talvez para a minha parte do ser isso seja um pouco de verdade, mas é no mínimo ignorância falar isso da madame sentimental R. Puta que pariu. Nem todos tem aquela sensibilidade de perceber que o silêncio pode ser uma forma de afirmação? Não, não tem V.
Agora que talvez vocês não estejam entendendo nada, vou para a segunda maneira de injustiça aplicada... Opa. Já me esqueci do ícone original que ia estar nessa linha, mas não tem problema, coloco outro(s) no lugar. Interpretações erradas, tanto de textos, quanto de conversas. Não preciso nem explicar né? Pra esse tipo de pessoa eu só desejo uma coisa: sofra com a sua ignorância infeliz.
"Cadê a tua conclusão V? Não ia falar de duas formas de injustiça? Tu falou quase que a mesma coisa duas vezes!" Pois é, entenda o que eu escrevi como quiser, mas na prática posso garantir que as duas situações não são iguais. Porquê? Porque uma é o mau entendido do silêncio e a outra do que foi falado. Quanto a minha conclusão do assunto... Não estou muito a fim de fazer. Até a próxima tpm crônica.
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